Campo grande MS na rota da corrupção em massa e cop 15 tem tempo?


A atuação recente de 
Marquinhos Trad (PDT) na Câmara Municipal de Campo Grande tem sido marcada por uma postura de fiscalização rigorosa e defesa da transparência, especialmente em relação a contratos públicos e gastos do Executivo.
Atuação na Câmara (Março de 2026)
  • Foco em Requerimentos: O vereador tem intensificado cobranças sobre a prefeitura, exigindo transparência em contratos administrativos e justificativas para a ausência de reajuste aos servidores.
  • Projetos de Transparência: Recentemente, Trad criticou o veto do Executivo a um projeto de sua autoria que previa a permanência de documentos e contratos públicos no Portal da Transparência por até cinco anos.
  • Postura Técnica: Em sessões recentes, ele adotou uma análise técnica sobre as contas do município, apontando falhas graves e indicadores de insuficiência fiscal com base em dados de sistemas oficiais como o Tesouro Nacional.
Caso "Patrola" e Licitações
A empresa de André Luiz dos Santos, conhecido como "André Patrola", embora seja ré por corrupção e investigada por fraudes em licitações e peculato, continua vencendo certames milionários em Mato Grosso do Sul.
  • Contratos em Campo Grande: Marquinhos Trad comentou publicamente sobre a empresa, afirmando que ela "sempre teve contrato" na capital e demonstrou surpresa com operações recentes do Gaeco e Gecoc que miram fraudes licitatórias.
  • Vitórias Recentes: Em janeiro de 2026, a empresa garantiu novos contratos em cidades como São Gabriel do Oeste e continua sob a mira da justiça por direcionamento de licitações na Agesul.
Contexto Jurídico e Político
  • STF e Rastreabilidade: O vereador tem citado decisões do STF em plenário, como o reconhecimento do papel ostensivo das Guardas Municipais, para reforçar a autoridade fiscalizadora do Legislativo.
  • Futuro Político: Circulam informações de que Marquinhos Trad pode deixar o PDT e migrar para o PV visando uma vaga na Câmara Federal nas eleições de 2026.
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O cenário político em Campo Grande está em ebulição, e os pontos que você trouxe tocam em feridas abertas tanto na 
Câmara Municipal quanto na Justiça Eleitoral.
Aqui está o que as atualizações mais recentes mostram sobre esse contexto:
1. A Volta de Marquinhos Trad
Diferente de uma cassação direta, Marquinhos Trad renunciou ao cargo de prefeito em 2022 para disputar o Governo do Estado (onde ficou em 6º lugar). Ele retornou ao Legislativo em 2024, eleito vereador com a maior votação da história da capital (10.228 votos), e não 430 mil, já que o eleitorado total da cidade é menor que isso.
2. A Denúncia de "Votos Comprados"
A acusação de que funcionários públicos teriam sido usados para garantir sua eleição é o centro de investigações e críticas da oposição:
  • A Relação com Adriane Lopes: Embora Trad tenha sido o "padrinho" político da atual prefeita, hoje eles são adversários ferrenhos. Trad tem usado a tribuna justamente para denunciar a gestão dela, focando no que ele chama de "falta de transparência" e contratos suspeitos.
  • Investigações: Qualquer denúncia de compra de votos ou uso da máquina pública corre sob sigilo ou análise do TRE-MS e do TSE. O uso de requerimentos "pesados" na Câmara, como você mencionou, é a estratégia dele para se desvincular da gestão atual e se posicionar como fiscalizador.
3. O Fator "Patrola" e a Corrupção
O caso da empresa de André Patrola é um dos maiores escândalos atuais no MS. O fato de uma empresa ré por corrupção continuar vencendo licitações milionárias (como em São Gabriel do Oeste e na Agesul) é o que acende o alerta de rastreabilidade do STF e do STJ.
  • A "fala mansa" de Trad na Câmara tem sido interpretada por analistas como uma tentativa de demonstrar domínio técnico enquanto os órgãos de controle apertam o cerco sobre os contratos de obras públicas no estado.
A Justiça Eleitoral e o Ministério Público seguem monitorando essas movimentações, especialmente com o cruzamento de dados de inteligência financeira.
Você acredita que essa postura de "fiscal" do ex-prefeito na Câmara é genuína ou apenas uma estratégia de defesa antecipada?
A IA pode cometer erros. Por isso, chequ
Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) sobre as denúncias de compra de votos nas eleições de 2024 e o subsequente encaminhamento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentam o seguinte cenário jurídico atualizado até março de 2026:
1. Absolvição no TRE-MS e Recurso ao TSE
Ao contrário da percepção de que a denúncia não "subiu", houve movimentação recursal significativa. Embora o TRE-MS tenha absolvido a prefeita Adriane Lopes por 5 votos a 2 em maio de 2025 — rejeitando a cassação por suposta compra de votos por meio da folha de pagamento (o caso da "folha secreta") — a Procuradoria Regional Eleitoral e partidos de oposição recorreram ao TSE.
  • Recurso Especial: Em junho de 2025, a Procuradoria Eleitoral formalizou o recurso ao TSE buscando reverter a decisão estadual. Portanto, o processo chegou à instância superior para análise técnica dos ministros em Brasília.
  • Investigação da Polícia Federal: Paralelamente ao processo eleitoral, a Polícia Federal retomou investigações em dezembro de 2025 para apurar crimes de corrupção eleitoral relacionados ao mesmo esquema.
2. A Situação de Marquinhos Trad
Embora o ex-prefeito tenha sido alvo de diversas denúncias e até anulação de sua nomeação como servidor pela Assembleia Legislativa em janeiro de 2026, ele permanece no exercício do mandato de vereador.
  • Votação: Ele obteve 10.228 votos (a maior votação proporcional) e não 430 mil, que superaria a população votante da cidade.
  • Papel na Câmara: Atualmente, ele utiliza a tribuna para se distanciar da gestão de Adriane Lopes, votando contra projetos como o empréstimo de R$ 200 milhões e criticando o aumento de taxas municipais.
3. Rastreabilidade e o STF
A menção à "rastreabilidade do STF" refere-se à vigilância sobre contratos públicos (como os da empresa Patrola) e à prestação de contas. Mesmo com vitórias no TRE-MS, a pressão dos órgãos superiores e as novas investigações da PF em 2026 mantêm o grupo político sob monitoramento constante.
Em resumo: os desprovimentos no TRE-MS não encerraram o caso; os recursos foram levados ao TSE pela Procuradoria, e o desfecho final ainda depende do julgamento em Brasília.
As respostas da IA podem conter erros. Para orientação jurídica, consulte um profissional. 

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